Manejo médico · CHEMM
Material para profissionais de saúde e de resposta a emergências.
Tradução referenciada das diretrizes públicas do CHEMM (Chemical Hazards Emergency Medical Management, HHS/ASPR — governo dos EUA). Não é diagnóstico nem prescrição deste portal; doses e nomes de fármacos permanecem como na fonte original, com o link ao lado — confira sempre no original antes de qualquer conduta. As recomendações da fonte não se destinam a uso médico-legal.
☎ 0800 722 6001 — Disque-Intoxicação (CIATox, 24h)Traduzido de Nerve Agents - Prehospital Management ↗ (CHEMM, HHS/ASPR — domínio público), fonte capturada em 2026-08-25. Em caso de dúvida, vale o original.
Agentes nervosos — manejo pré-hospitalar
- Panorama do manejo agudo
- Zonas quente/morna
- Identificação do agente
- Proteção do socorrista
- Triagem
- Vítimas em massa
- Química
- Específica do agente
- Lembretes de ABC
- Via de exposição
- Sinais e sintomas clínicos
- Diagnóstico diferencial
- Vulnerabilidades pediátricas/obstétricas
- Tratamento nas zonas quente/morna
- Remoção das vítimas
- Zona de descontaminação
- Proteção do socorrista
- Lembretes de ABC
- Antídotos
- Descontaminação básica
- Zona de apoio
- Re-triagem
- Lembretes de ABC / Tratamento
- Transferência para unidade de saúde
Panorama do manejo agudo
Identificação do agente
Os agentes nervosos (NAs) são os mais tóxicos entre os agentes de guerra química conhecidos. São quimicamente semelhantes aos pesticidas organofosforados (OPs) e exercem seus efeitos biológicos inibindo as enzimas acetilcolinesterase.
- Os agentes nervosos podem causar perda de consciência e convulsões em segundos, e morte por insuficiência respiratória em minutos após a exposição.
Agentes nervosos voláteis (vapor)
- O vapor de agente nervoso é prontamente absorvido por inalação e contato ocular, e produz efeitos locais e sistêmicos rápidos. Os agentes do tipo G são líquidos claros, incolores e insípidos, solúveis em água e na maioria dos solventes orgânicos. O GB é inodoro e é o agente nervoso mais volátil; porém, evapora aproximadamente na mesma taxa que a água. O GA tem odor levemente frutado e o GD tem odor discreto semelhante a cânfora (não são sinais confiáveis). Agentes nervosos de baixa volatilidade (líquido): o agente nervoso líquido é prontamente absorvido pela pele; porém, os efeitos podem tardar de vários minutos até 18 hours (18 horas). O VX é um líquido oleoso, claro, âmbar e inodoro. É solúvel em água e em todos os outros solventes. É o agente nervoso menos volátil. Os socorristas devem buscar ajuda para identificar a(s) substância(s) pela forma dos recipientes, painéis, rótulos, documentos de transporte e testes analíticos. Informação geral sobre essas técnicas de identificação está no Emergency Response Guidebook.dose/fármaco conforme a fonte ↗
- Ferramentas de identificação — CHEMM-IST, WISER, propriedades químicas dos agentes nervosos
- Dispositivos — papel detector de agentes químicos M8 e M9 (agentes líquidos), detectores M18A3 (vapor), kit detector M256A1 (líquido e vapor), kit Draeger CDS (vapor e aerossol), Hazmat Smart Strips (qualitativo), kit detector de agentes químicos C2 (líquido e vapor), Chemical Agent Monitor (CAM) (vapor)
- Uma fonte abrangente para a seleção de equipamentos de identificação química é o Guide for the Selection of Chemical Detection Equipment for Emergency First Responders, Guide 100-06, January 2007, 3rd Edition, publicado pelo Department of Homeland Security para auxiliar nesse processo.
Proteção do socorrista
- Pessoas cuja roupa ou pele esteja contaminada com soluções contendo agente nervoso podem contaminar secundariamente o pessoal de resposta por contato direto ou pelo vapor liberado. EPI exigido — nível A. Link para a seção pré-hospitalar de EPI e segurança do socorrista. Link para a seção de referência de informação de segurança relacionada a EPI em evento agudo. Triagem específica de agentes nervosos. Triagem de vítimas de agente nervoso. Imediata (1) — Efeitos: inconsciente, falando mas não andando, efeitos moderados a graves em dois ou mais sistemas (por exemplo, respiratório, gastrointestinal, parada cardíaca, muscular, SNC). Sinais clínicos: convulsionando ou pós-ictal, insuficiência respiratória grave, parada cardíaca recente. Tardia (2) — Efeitos: recuperando-se da exposição ao agente ou do antídoto. Sinais clínicos: secreções diminuídas, respiração melhorando. Mínima (3) — Efeitos: andando e falando. Sinais clínicos: pupilas puntiformes, coriza e dificuldade respiratória leve a moderada. Expectante (4) (recursos limitados) — Efeitos: inconsciente. Sinais clínicos: parada cardíaca/respiratória de longa duração. Descontaminação. Vítimas cuja pele ou roupa esteja contaminada com agente nervoso líquido podem contaminar os socorristas por contato direto ou pelo vapor liberado. Pessoas cuja pele foi exposta apenas ao vapor de agente nervoso não representam risco de contaminação secundária; porém, roupa e cabelo podem reter vapor. Link para a seção de manejo pré-hospitalar. Via de exposição. Inalação — os agentes nervosos são prontamente absorvidos pelo trato respiratório. Coriza e aperto na garganta ou no peito começam em segundos a minutos após a exposição. Os vapores de agente nervoso são mais pesados que o ar. O odor não dá aviso adequado de detecção. Contato com pele/olhos — os agentes nervosos líquidos são prontamente absorvidos pela pele e pelos olhos. Os vapores não são absorvidos pela pele, exceto em concentrações muito altas. Efeitos oculares podem resultar tanto do contato direto quanto da absorção sistêmica. A natureza e o momento dos sintomas após o contato dérmico com agentes nervosos líquidos dependem da dose de exposição; os efeitos podem tardar várias horas. Ingestão — espera-se que a ingestão de agentes nervosos seja relativamente rara em comparação com a exposição por inalação ou o contato com a pele; porém, eles são prontamente absorvidos pelo trato gastrointestinal e são altamente tóxicos. Sinais e sintomas clínicos. Os agentes nervosos são inibidores potentes da acetilcolinesterase, causando os mesmos sinais e sintomas independentemente da via de exposição. Porém, os efeitos iniciais dependem da dose e da via de exposição. As crianças são muito mais vulneráveis que os adultos à toxicidade dos agentes nervosos. As manifestações da exposição a agente nervoso incluem: Neuromuscular — pupilas puntiformes (altamente indicativas de exposição a agente nervoso numa situação de vítimas em massa), abalos musculares, confusão, convulsões, paralisia flácida e coma. Em muitos casos, as crianças se apresentam apenas com sinais e sintomas neurológicos. Pulmonar — aperto no peito, sibilos, falta de ar, insuficiência respiratória. Gastrointestinal — náusea, vômito, cólicas abdominais, defecação involuntária. Outros — coriza, salivação e sudorese excessivas e micção. Link para Síndromes Tóxicas.
- Link para Avaliação Primária e Secundária
Diagnóstico diferencial
- O diagnóstico num indivíduo gravemente intoxicado é direto. A combinação de miose, secreções copiosas, broncoespasmo, fasciculações musculares generalizadas e convulsões é característica. Procure miose com cuidado (se estiver presente, será útil). A miose pode não estar presente no início após exposição a agente nervoso de baixa volatilidade. Uma exposição leve a vapor pode imitar uma criança com rinite/conjuntivite alérgica. Uma exposição leve a vapor pode se apresentar apenas com queixas visuais, como estreitamento do campo visual ou a sensação de que tudo está escurecendo. Sintomas gastrointestinais isolados podem confundir e podem ser os únicos sinais de apresentação. O abuso de opioides pode incluir miose, apneia, convulsões etc. Link para o Chemical Hazards Emergency Medical Management Intelligent Syndromes Tool (CHEMM-IST). Tratamento. O tratamento consiste em medidas de suporte e na administração repetida de antídotos específicos para agente nervoso. Os antídotos específicos e o tratamento de suporte podem ter de ser iniciados antes da descontaminação. Link para os Antídotos Específicos de Agente Nervoso na seção pré-hospitalar. Link para o Tratamento de Agente Nervoso — instruções dos autoinjetores. Link para Suporte Básico e Avançado de Vida. Link para Suporte Básico e Avançado de Vida Pediátrico. Link para a seção de Medicações-Chave do Cuidado Agudo — Adulto. Link para a seção de Medicações-Chave do Cuidado Agudo — Pediátrico. Zonas quente/morna. Mostrar todas as seções. Os socorristas devem estar treinados e adequadamente paramentados antes de entrar nas zonas quente/morna. Se o equipamento adequado não estiver disponível, ou se os socorristas não tiverem sido treinados no seu uso, peça ajuda de acordo com os guias operacionais de emergência locais (EOG). As fontes dessa ajuda devem ser obtidas junto às equipes HAZMAT locais, aos parceiros de ajuda mútua, ao sistema metropolitano de resposta mais próximo (MMRS) e ao U. S. Soldier and Biological Chemical Command (SBCCOM) — Edgewood Research Development and Engineering Center. O SBCCOM pode ser contatado (das 7:00 AM às 4:30 PM EST pelo 410-671-4411 e das 4:30 PM às 7:00 AM EST pelo 410-278-5201), peça pelo Staff Duty Officer. Zonas quente/morna — Identificação do agente. Os agentes nervosos são os mais tóxicos entre os agentes de guerra química conhecidos. São quimicamente semelhantes aos pesticidas organofosforados e exercem seus efeitos biológicos inibindo as enzimas acetilcolinesterase. Os agentes nervosos podem causar perda de consciência e convulsões em segundos, e morte por insuficiência respiratória em minutos após a exposição.
Agentes nervosos voláteis (vapor)
- O vapor de agente nervoso é prontamente absorvido por inalação e contato ocular, e produz efeitos locais e sistêmicos rápidos. Os agentes do tipo G são líquidos claros, incolores e insípidos, miscíveis em água e na maioria dos solventes orgânicos. O GB é inodoro e é o agente nervoso mais volátil; porém, evapora aproximadamente na mesma taxa que a água. O GA tem odor levemente frutado e o GD tem odor discreto semelhante a cânfora. Agentes nervosos de baixa volatilidade (líquido): o agente nervoso líquido é prontamente absorvido pela pele; porém, os efeitos podem tardar de vários minutos até 18 hours (18 horas). O VX é um líquido oleoso, claro, âmbar e inodoro. É miscível em água e solúvel em todos os solventes. É o agente nervoso menos volátil. Os socorristas devem buscar ajuda para identificar a(s) substância(s) pela forma dos recipientes, painéis, rótulos, documentos de transporte e testes analíticos. Informação geral sobre essas técnicas de identificação está no Emergency Response Guidebook.
- Ferramentas de identificação — CHEMM-IST, WISER, propriedades químicas dos agentes nervosos
- Dispositivos — papel detector de agentes químicos M8 e M9 (agentes líquidos), detectores M18A3 (vapor), kit detector M256A1 (líquido e vapor), kit Draeger CDS (vapor e aerossol), Hazmat Smart Strips (qualitativo), kit detector de agentes químicos C2 (líquido e vapor), Chemical Agent Monitor (CAM) (vapor)
- Uma fonte abrangente para a seleção de equipamentos de identificação química é o Guide for the Selection of Chemical Detection Equipment for Emergency First Responders, Guide 100-06, January 2007, 3rd Edition, publicado pelo Department of Homeland Security para auxiliar nesse processo.
Proteção do socorrista
O agente nervoso é um veneno sistêmico altamente tóxico, bem absorvido por inalação e pela pele. Vítimas expostas apenas ao vapor de agente nervoso não representam risco de contaminação secundária para os socorristas, mas não tente reanimação sem uma barreira. Vítimas cuja roupa ou pele esteja contaminada com agente nervoso líquido podem contaminar secundariamente o pessoal de resposta por contato direto ou pelo vapor liberado. Evite contato dérmico com vítimas contaminadas por agente nervoso ou com o conteúdo gástrico de vítimas que possam ter ingerido materiais contendo agente nervoso.
EPI exigido: nível A
Proteção respiratória: equipamento autônomo de respiração (SCBA) de pressão positiva é recomendado em situações de resposta que envolvam exposição a níveis potencialmente inseguros de agente nervoso.
Proteção da pele: vestimenta de proteção química é recomendada porque tanto o vapor de agente nervoso (em doses de exposição altas) quanto o líquido podem ser absorvidos pela pele e produzir toxicidade sistêmica.
- Nível A — a vestimenta de proteção de nível A é o nível máximo de proteção. Inclui equipamento autônomo de respiração (SCBA) com traje totalmente encapsulado, estanque a vapor, com luvas e botas acopladas ao traje (os cilindros duram de 1/2 hour a 1 hour — meia hora a uma hora). Link para a seção de referência de informação de segurança relacionada a EPI em evento agudo. Triagem: a triagem de vítimas químicas baseia-se na viabilidade de andar, no estado respiratório, na idade e em lesões convencionais adicionais. O oficial de triagem precisa conhecer o curso natural de uma dada lesão, os recursos médicos imediatamente disponíveis, o fluxo atual e provável de vítimas e a capacidade de evacuação médica. Para a vítima exposta a agente nervoso que se apresenta com sintomas multissistêmicos graves, os antídotos e o cuidado de suporte podem salvar a vida se iniciados imediatamente. Padrões de triagem de vítimas em massa: SALT Mass Casualty Triage — recomendação do governo dos Estados Unidos.dose/fármaco conforme a fonte ↗
- Algoritmo START de triagem de adultos
- Algoritmo JumpSTART de triagem pediátrica
Princípios gerais de triagem para exposições químicas
- Confira o cartão/etiqueta de triagem quanto a tratamento ou triagem anteriores. Faça a varredura em busca de evidência de lesões traumáticas/por explosão associadas. Observe sudorese, respiração laboriosa, tosse/vômito, secreções. Vítima grave é triada como imediata se precisar de ventilação assistida. Em lesões por explosão ou outro trauma, quando houver dúvida se houve exposição química, as vítimas devem ser etiquetadas como imediatas na maioria dos casos. Vítimas de explosão evidenciam efeitos tardios, como ARDS etc. Vítima leve/moderada: autoatendimento/ajuda de colega, triada como tardia ou mínima, e a liberação se baseia em acompanhamento e instruções estritos. Se houver situações de exposição química que possam causar sinais e sintomas tardios porém sérios, a sobre-triagem é considerada apropriada, para instalações adequadas que possam observar e manejar qualquer sintoma de início tardio. Categorias expectantes em eventos com múltiplas vítimas são as vítimas que sofreram parada cardíaca, parada respiratória ou convulsões contínuas imediatamente. Recursos não devem ser gastos com essas vítimas se houver grande número de vítimas precisando de cuidado e transporte com recursos mínimos ou escassos disponíveis. Dentro de uma mesma categoria, priorize uma criança ou uma gestante em relação a um adulto não gestante. Triagem específica de agentes nervosos. Triagem de vítimas de agente nervoso. Imediata (1) — Efeitos: inconsciente, falando mas não andando, efeitos moderados a graves em dois ou mais sistemas (por exemplo, respiratório, gastrointestinal, parada cardíaca, muscular, SNC). Sinais clínicos: convulsionando ou pós-ictal, insuficiência respiratória grave, parada cardíaca recente. Tardia (2) — Efeitos: recuperando-se da exposição ao agente ou do antídoto. Sinais clínicos: secreções diminuídas, respiração melhorando. Mínima (3) — Efeitos: andando e falando. Sinais clínicos: pupilas puntiformes, coriza e dificuldade respiratória leve a moderada. Expectante (4) (recursos limitados) — Efeitos: inconsciente. Sinais clínicos: parada cardíaca/respiratória de longa duração. Lembretes de ABC. Avalie rapidamente a via aérea pérvia, garanta respiração e pulso adequados (documente a oximetria de pulso, se possível). Se houver suspeita de trauma, mantenha a imobilização cervical manual e aplique colar cervical e prancha rígida quando viável. Aplique pressão direta para estancar sangramento arterial (se houver). Link para Suporte Básico e Avançado de Vida.
- Link para Suporte Básico e Avançado de Vida Pediátrico
- Link para a seção de Medicações-Chave do Cuidado Agudo — Adulto
- Link para a seção de Medicações-Chave do Cuidado Agudo — Pediátrico
- Link para Avaliação Primária e Secundária
Via de exposição
- Inalação — os agentes nervosos são prontamente absorvidos pelo trato respiratório. Coriza e aperto na garganta ou no peito começam em segundos a minutos após a exposição. Os vapores de agente nervoso são mais pesados que o ar. O odor não dá aviso adequado de detecção. Contato com pele/olhos — os agentes nervosos líquidos são prontamente absorvidos pela pele e pelos olhos. Os vapores não são absorvidos pela pele, exceto em concentrações muito altas. Efeitos oculares podem resultar tanto do contato direto quanto da absorção sistêmica. A natureza e o momento dos sintomas após o contato dérmico com agentes nervosos líquidos dependem da dose de exposição; os efeitos podem tardar várias horas. Ingestão — espera-se que a ingestão de agentes nervosos seja relativamente rara em comparação com a exposição por inalação ou o contato com a pele; porém, eles são prontamente absorvidos pelo trato gastrointestinal e são altamente tóxicos. Sinais e sintomas clínicos. O principal meio de o agente nervoso induzir toxicidade é a inalação e o contato com pele/olhos. Ocasionalmente pode haver ingestão. O início de ação com o vapor inalado pode ser quase instantâneo, causando efeitos locais e sistêmicos. O líquido, prontamente absorvido pela pele, pode causar efeitos sistêmicos em minutos e até 18 hours (18 horas) depois. Respiratório: a inalação de vapor de agente nervoso causa efeitos no trato respiratório em segundos a minutos. Os sintomas incluem aumento de rinorreia e de secreções brônquicas, e aperto no peito secundário à contração da musculatura brônquica. SNC: dose alta — convulsões, perda de consciência, apneia. Outros sinais e sintomas incluem irritabilidade, perda de memória, fadiga, alterações comportamentais e psicológicas. Cardiovascular: potencialmente até três fases, de duração variável — taquicardia transitória, com ou sem hipertensão (minutos), seguida de bradicardia e hipotensão. A fase final começa horas a dias após a exposição, com prolongamento do QT e tendência a disritmias malignas. Num estudo de toxicidade por organofosforado, 42 % tiveram arritmias cardíacas, com torsades de pointes ocorrendo em 37 % dos casos. Gastrointestinal: dor abdominal, náusea e vômito, diarreia são manifestações comuns de qualquer exposição. Pode ser o primeiro efeito sistêmico da exposição cutânea. Se sintomas gastrointestinais ocorrerem dentro de uma hora da contaminação dérmica, há intoxicação grave. Musculatura esquelética: os agentes nervosos estimulam a musculatura esquelética, produzindo abalos e fasciculações. Isso leva a fadiga e paralisia flácida. Metabólico: sudorese. Ocular: os sintomas podem ocorrer por efeitos locais secundários à exposição a vapor ou como manifestação de absorção sistêmica. Pupilas puntiformes, dor ocular, conjuntivite e lacrimejamento aumentado são comuns (com absorção sistêmica, as pupilas puntiformes podem não ocorrer imediatamente). Link para Síndromes Tóxicas. Link para Avaliação Primária e Secundária. Diagnóstico diferencial. O diagnóstico num indivíduo gravemente intoxicado é direto. A combinação de miose, secreções copiosas, broncoespasmo, fasciculações musculares generalizadas e convulsões é característica. Procure miose com cuidado (se estiver presente, será útil). A miose pode não estar presente no início após exposição a agente nervoso de baixa volatilidade. Uma exposição leve a vapor pode imitar uma criança com rinite/conjuntivite alérgica combinada com uma crise asmática. Sintomas gastrointestinais isolados podem confundir e podem ser os únicos sinais de apresentação. O abuso de opioides pode incluir miose, apneia, convulsões etc. Link para o Chemical Hazards Emergency Medical Management Intelligent Syndromes Tool (CHEMM-IST). Vulnerabilidades pediátricas/obstétricas/geriátricas. Os agentes nervosos podem penetrar a barreira hematoencefálica mais facilmente em crianças do que em adultos. As crianças podem exibir apenas efeitos de SNC. Crianças abaixo de quatro anos com estado de mal epiléptico têm o maior risco de morte. A menor massa da criança, por si só, reduz a dose de agente nervoso necessária para efeitos tóxicos/letais. Estudos em animais mostraram que a dose letal de agente nervoso no animal imaturo, em relação ao adulto, é de 10 %. Com frequências respiratórias e volumes-minuto maiores que os dos adultos, a criança inala uma dose maior de agente nervoso. O menor diâmetro da via aérea, o estreitamento subglótico anatômico, a epiglote em forma de ômega, a língua relativamente grande e as costelas e a traqueia menos rígidas as tornam mais vulneráveis à patologia induzida por agente nervoso — isto é, broncoespasmo, secreções copiosas. Há poucos relatos de caso sobre toxicidade fetal por exposição a agente nervoso/organofosforado. Há alta incidência de trabalho de parto prematuro após exposição a organofosforado quando o tratamento materno foi retardado. Link para Avaliação Primária e Secundária. Tratamento. Dosagem do antídoto e da medicação anticonvulsivante (instruções dos autoinjetores): consulte um toxicologista médico ou um centro de intoxicações no número nacional gratuito 1-800-222-1222 para orientação adicional sobre a dose apropriada do antídoto. Atualmente existem duas formulações de autoinjetor de atropine/pralidoxime: Mark 1 Kit — cada kit contém um autoinjetor de 600 mg de pralidoxime e um autoinjetor de 2 mg de atropine.dose/fármaco conforme a fonte ↗
- Duodote — um único autoinjetor contém aproximadamente 600 mg de pralidoxime e 2 mg de atropinedose/fármaco conforme a fonte ↗
- Em geral, o tratamento do envenenamento grave por agente nervoso exige doses totais de atropine menores que as necessárias para o tratamento de compostos organofosforadosdose/fármaco conforme a fonte ↗
- Em casos graves de toxicidade por agente nervoso após exposição a vapor (isto é, paciente apneico e inconsciente), pode ser necessário até 15 mg de atropine para restaurar a consciência e a respiração. Tipicamente, a atropine não foi necessária por mais de 3 hours (3 horas) para tratar os efeitos que ameaçam a vida. Efeitos que não ameaçam a vida, como náusea e vômito, exigiram atropine por 6-36 hours (6 a 36 horas).dose/fármaco conforme a fonte ↗
- Ingestões de organofosforado exigiram centenas de mg por dia de atropinedose/fármaco conforme a fonte ↗
- Se as contramedidas tradicionais não estiverem disponíveis, veja Contingency Medical Countermeasures for Treating Nerve Agent Poisoning (PDF - 511 KB) (HHS/ASPR)
Efeitos leves:
- Miose isolada (sem sintomas respiratórios) — sem antídotos. Porém, se dor ocular/cefaleia ou náusea e vômito (na ausência de outros sinais sistêmicos que sugiram exposição a líquido) forem intensos, use colírio de atropine. Miose e rinorreia intensa — Atropine. Atropine autoinjetor/IM † *: Lactente (0-2 yrs — 0 a 2 anos) 0.05 mg/kg dado IM ou por autoinjetor (existem as apresentações de 0.25 e 0.50 mg). Criança (3-7 yrs — 3 a 7 anos) 1 mg autoinjetor/IM. Criança (8-14 yrs — 8 a 14 anos) 2 mg autoinjetor/IM. Adolescente/Adulto 2 mg autoinjetor/IM. Gestantes 2 mg autoinjetor/IM. Idoso 1 mg autoinjetor/IM. Efeitos leves/moderados: incluem edema localizado, fasciculações musculares, náusea e vômito, fraqueza, falta de ar. Utilize os autoinjetores, se disponíveis. Pode-se usar um autoinjetor de 600 mg de 2PAM Cl num lactente de até 12 kg. Atropine autoinjetor/IM † * — 2-PAM Cl 600 mg autoinjetor/IM † *: Lactente (0-2 yrs) 0.05 mg/kg dado IM ou por autoinjetor (existem as apresentações de 0.25 e 0.50 mg) — 15 mg/kg ‡. Criança (3-7 yrs) 13-25 kg — 1 mg autoinjetor/IM — 15 mg/kg — pode-se usar 1 autoinjetor (600 mg) ‡. Criança (8-14 yrs) 26-50 kg — 2 mg autoinjetor/IM — 15 mg/kg — pode-se usar 1 autoinjetor (600 mg) ‡. Adolescente/Adulto 2-4 mg autoinjetor/IM — 1 autoinjetor (600 mg). Gestantes 2-4 mg autoinjetor/IM — 1 autoinjetor (600 mg). Idosos, frágeis 2 mg autoinjetor/IM — 10 mg/kg IM — 1 autoinjetor (600 mg). Repita a dose inicial (2 mg max) de atropine por autoinjetor (preferível) ou IM every 5 - 10 minutes (a cada 5 a 10 minutos) até que a dispneia, a resistência à ventilação e as secreções estejam minimizadas.dose/fármaco conforme a fonte ↗
- Se a resistência à ventilação for significativa, exigindo repetição da dose em menos de 5 minutes (5 minutos), utilize as doses mais altas e a frequência aumentada descritas na seção de efeitos graves, abaixodose/fármaco conforme a fonte ↗
- Trate vômitos e diarreia de exposição a líquido de forma semelhante.
- A dose IM regular de atropine pode levar 20-25 minutes (20 a 25 minutos) para ter efeito terapêutico (contra 8 minutes — 8 minutos — com autoinjetor).dose/fármaco conforme a fonte ↗
- Pode-se repetir a pralidoxime — até um total de 45 mg/kg durante a primeira hora. Pode-se repetir a pralidoxime — até 45 mg/kg 1 hour (1 hora) após o tratamento inicial. Efeitos graves — dose inicial: incluem inconsciência, convulsões, apneia, paralisia flácida e necessidade de ventilação assistida (insuficiência respiratória grave). A atropine I.V. produziu fibrilação ventricular em animais hipóxicos com envenenamento por agente nervoso. Por isso, recomenda-se que a hipóxia seja corrigida antes da administração de atropine. Porém, a atropine não deve ser omitida por medo dessa complicação. Seria preferível utilizar um autoinjetor de atropine para a primeira dose no paciente hipóxico exposto a agente nervoso.dose/fármaco conforme a fonte ↗
| Atropine autoinjetor/IM † * | 2-PAM Cl autoinjetor/IM † *dose/fármaco conforme a fonte ↗ | |
| Lactente (0-3 yrs — 0 a 3 anos) | 0.1 mg/kg dado IM ou por autoinjetor (existem as apresentações de 0.25 e 0.50 mg) | 45 mg/kg IM ‡dose/fármaco conforme a fonte ↗ |
| Criança (3-7 yrs — 3 a 7 anos) 13-25 kg | 0.1 mg/kg IM — 1 autoinjetor (2 mg) | 45 mg/kg — use 1 autoinjetor (600 mg) ‡dose/fármaco conforme a fonte ↗ |
| Criança (8-14 yrs — 8 a 14 anos) 26-50 kg | 4 mg — 2 autoinjetores (2 mg) | 45 mg/kg IM — use 2 autoinjetores (1200 mg) ‡dose/fármaco conforme a fonte ↗ |
| Adolescente (>14 yrs — acima de 14 anos) | 6 mg — 3 autoinjetores (2 mg) | use 3 autoinjetores (1800 mg)dose/fármaco conforme a fonte ↗ |
| Adulto | 6 mg — 3 autoinjetores (2mg) | use 3 autoinjetores (1800 mg)dose/fármaco conforme a fonte ↗ |
| Gestantes | 6 mg — 3 autoinjetores (2 mg) | use 3 autoinjetores (1800 mg)dose/fármaco conforme a fonte ↗ |
| Idosos, frágeis | 2-4 mg — 1-2 autoinjetores (2 mg) | 25 mg/kg IM — use 2-3 autoinjetores (1200-1800 mg)dose/fármaco conforme a fonte ↗ |
- Repita atropine 2 mg por autoinjetor (preferível) ou IM (criança 8-14, adolescentes, adultos, gestantes e idosos), 0.05 mg/kg (0.25 mg - 0.50 mg) (lactente 0-3) e 1 mg (criança 3-7) em intervalos de 2 -5 minute (2 a 5 minutos) até que as secreções tenham diminuído, a respiração esteja confortável e a resistência de via aérea tenha voltado ao normal.dose/fármaco conforme a fonte ↗
- Repita a dose de 2PAM Cl de hora em hora X 2; se for clinicamente possível, inicie 2 PAM Cl em infusão contínua. Link para o Tratamento Avançado — manejo no pronto-socorro/hospital.
Tratamento das convulsões:
- Diazepam ou midazolam devem ser dados a todos os pacientes com atividade convulsiva, inconsciência, abalos musculares difusos, e se mais de 1 órgão estiver envolvido. Os militares dão diazepam como parte da terapia inicial para qualquer paciente gravemente doente exposto a agente nervoso. Utilizada cedo, a atropine pode funcionar como anticonvulsivante. Os benzodiazepínicos são a medicação anticonvulsivante mais eficaz na toxicidade por agente nervoso.dose/fármaco conforme a fonte ↗
- Se disponível, a administração IV de diazepam é a via preferível para o tratamento das convulsões. Dose inicial: Diazepam † * — Midazolam ‡ *. Lactente: diazepam 0.2-0.5 mg/kg IM repetir Q2-5 min (a cada 2 a 5 minutos); midazolam 0.15 mg/kg IM, repetir se necessário em 10 minutes X 2, 0.2-0.5 mg/kg IV/IO Q15-30 minutes X 1. Dose máxima total 5 mg. Dose máxima total 0.3 mg/kg. Criança: diazepam 0.2-0.5 mg/kg IM repetir Q2-5 min; midazolam 0.15 mg/kg IM, não exceder 10 mg, repetir se necessário em 10 minutes X 2, 0.2-0.5 mg/kg IV/IO Q15-30 minutes x 1. Dose máxima total 5 mg (dose máxima total 0.3 mg/kg, não exceder 20 mg). Dose máxima total 10 mg (≥5 yrs — 5 anos ou mais) — 1 autoinjetor CANA. Adolescente: 2-3 autoinjetores CANA; midazolam 0.15 mg/kg IM, máximo 10 mg, repetir se necessário em 10 minutes; 5-10 mg IV/IO Q10-15 min X 1. Dose máxima total 30 mg. Dose máxima total 20 mg. Adulto: 2-3 autoinjetores CANA; 10 mg IM, repetir se necessário em 10 minutes; 5-10 mg IV/IO Q10-15 min X 1. Dose máxima total 30 mg. Dose máxima total 20 mg. Gestantes: 2-3 autoinjetores CANA; 10 mg IM, repetir se necessário em 10 minutes; 5-10 mg IV/IO Q10-15 min X 1. Dose máxima total 30 mg. Dose máxima total 20 mg, Categoria D *. Idoso: 2-3 autoinjetores CANA; 10 mg IM, repetir se necessário em 10 minutes; 5-10 mg IV/IO Q10-15 min X 1. Dose máxima total 30 mg. Dose máxima total 20 mg. Observação: 1 autoinjetor CANA contém 10 mg de diazepam. † Aprovado pela FDA para esta indicação — o uso do autoinjetor de 2-PAM em pediatria é off-label. ‡ Não aprovado pela FDA para esta indicação / uso off-label. * Categorias de gravidez: consulte o DailyMed sobre as categorias de gravidez e informação adicional relacionada à gravidez. Remoção das vítimas: se as vítimas conseguem andar, conduza-as para fora das zonas quente/morna até a zona de descontaminação. Vítimas que não conseguem andar podem ser removidas em pranchas rígidas ou macas; se estas não estiverem disponíveis, carregue ou arraste as vítimas com cuidado até um local seguro. Havendo grande número de vítimas, e se os recursos de descontaminação permitirem, devem ser estabelecidos corredores de descontaminação separados para as vítimas que andam e as que não andam. Considere o manejo apropriado de crianças contaminadas quimicamente, como medidas para reduzir a ansiedade de separação se a criança for separada de um dos pais ou de outro adulto. Link para Manejo dos Falecidos.dose/fármaco conforme a fonte ↗
Zona de descontaminação
A descontaminação rápida é crítica para impedir mais absorção pelo paciente e para evitar a exposição de outras pessoas.
Zona de descontaminação
Proteção do socorrista
O pessoal deve continuar usando o mesmo nível de proteção exigido nas zonas quente/morna.
Link para Zonas quente/morna — Proteção do socorrista
Se os níveis de exposição forem considerados seguros, a descontaminação pode ser conduzida por pessoal usando um nível de proteção inferior ao das zonas quente/morna. Porém, não tente reanimação sem uma barreira.
Lembretes de ABC
A rapidez é crítica. Se a vítima estiver sintomática, institua imediatamente as medidas de suporte de vida de emergência, incluindo o uso dos antídotos específicos de agente nervoso. O tratamento deve ser dado simultaneamente aos procedimentos de descontaminação. Garanta rapidamente que a vítima tenha uma via aérea pérvia e esteja ventilando bem. Assista a ventilação com dispositivo bolsa-válvula-máscara equipado com canister ou filtro de ar, se necessário. Mantenha circulação adequada. A administração de atropine muito provavelmente será necessária para viabilizar a ventilação. Estabilize a coluna cervical com um colar descontaminável e uma prancha rígida se houver suspeita de trauma. Pressão direta deve ser aplicada para controlar sangramento intenso, se houver.dose/fármaco conforme a fonte ↗
- Link para Suporte Básico e Avançado de Vida
- Link para Suporte Básico e Avançado de Vida Pediátrico
- Link para a seção de Medicações-Chave do Cuidado Agudo — Adulto
- Link para a seção de Medicações-Chave do Cuidado Agudo — Pediátrico
- Link para Avaliação Primária e Secundária
Antídotos / medicações anticonvulsivantes
Se clinicamente indicado, administre a dose inicial ou repetida de atropine, pralidoxime e das medicações anticonvulsivantes. Se possível, use um sistema para rastrear os antídotos administrados.dose/fármaco conforme a fonte ↗
Link para o Tratamento nas zonas quente/morna
Descontaminação básica
Considerações de montagem
Instruções de lavagem
Em casos de ingestão, não induza êmese. Se a vítima estiver alerta, assintomática e com reflexo de vômito, administre suspensão de activated charcoal (carvão ativado) — administre a 1 gm/kg, dose adulta usual 60-90 g, dose infantil 25-50 g. Uma lata de refrigerante com canudo pode ajudar ao oferecer carvão a uma criança (considere sonda nasogástrica — se possível, contate o pronto-socorro antes de usar sonda nasogástrica em lactentes e crianças [risco versus benefício de induzir êmese com a passagem da sonda]).dose/fármaco conforme a fonte ↗
Descontaminação do socorrista
Descontaminação de lactentes e crianças
Manejo de feridas
Referências
Zona de apoio
Zona de apoio
Re-triagem
Após a descontaminação, o paciente deve ser reavaliado, anotando-se mudanças na categoria de triagem (se houver), a necessidade ou a modificação da terapia de suporte, bem como o início ou a continuação dos antídotos específicos de agente nervoso (ver Lembretes de ABC / Tratamento Avançado).
Lembretes de ABC
Avalie rapidamente a permeabilidade da via aérea. Se houver suspeita de trauma, mantenha a imobilização cervical manual e aplique colar cervical e prancha rígida quando viável. Garanta respiração e pulso adequados. Documente a saturação de oxigênio. Ponha em monitor cardíaco.
Link para Avaliação Primária e Secundária
Se o paciente estiver sintomático, institua imediatamente as medidas de suporte de vida de emergência, incluindo o uso dos antídotos específicos de agente nervoso.
Tratamento avançado
Em casos de comprometimento respiratório, garanta via aérea e respiração por intubação endotraqueal ou máscara laríngea (LMA) (use bolsa-válvula-máscara (BVM) se não conseguir garantir a via aérea). Se clinicamente indicado, faça cricotireoidostomia ou coloque um intracath 14 gauge na membrana cricotireóidea (se estiver equipado e treinado para isso).dose/fármaco conforme a fonte ↗
Link para as instruções de colocação do intracath 14 gauge.dose/fármaco conforme a fonte ↗
Pacientes em insuficiência cardiorrespiratória ou com convulsões devem ser tratados de acordo com os protocolos de suporte avançado de vida (ALS).
Link para Suporte Básico e Avançado de Vida
Antídotos
Se clinicamente indicado, inicie/repita a dose de atropine e pralidoxime.dose/fármaco conforme a fonte ↗
Link para o Tratamento com antídotos nas zonas quente/morna
Transferência para unidade de saúde
Somente pacientes descontaminados, ou pacientes que não precisam de descontaminação, devem ser transportados para uma unidade de saúde. Sacos para cadáver não são recomendados.
Se uma solução contendo agente nervoso foi ingerida, prepare a ambulância para o caso de a vítima vomitar material tóxico. Tenha à mão várias toalhas e sacos plásticos abertos para limpar e isolar rapidamente.
Pacientes expostos a vapor que têm miose e rinorreia não precisarão de cuidado, a menos que:
(a) tenham dor ocular ou cefaleia, ou náusea e vômito; nessas circunstâncias, atropine ou homatropine (homatropina) tópica no olho deve aliviar os sintomas, e o paciente pode receber alta dentro de mais ou menos uma hora.dose/fármaco conforme a fonte ↗
(b) a rinorreia seja muito intensa; nessas circunstâncias, atropine IM (2 mg em adultos e 0.05 mg/kg em crianças) deve aliviá-la, e o paciente pode receber alta em mais ou menos uma hora.dose/fármaco conforme a fonte ↗
Atropine e homatropine tópicas não devem ser usadas de rotina para miose, porque causam comprometimento visual por cerca de 24 hours (24 horas). Os nomes, endereços e telefones dos pacientes devem ser registrados. Eles devem ser orientados a procurar atendimento médico prontamente se os sintomas surgirem ou retornarem (ver a folha de informação ao paciente).dose/fármaco conforme a fonte ↗
Os PDFs são da fonte original, em inglês.