Emergência radiológica · REMM
Material para profissionais de saúde e de resposta a emergências.
Tradução referenciada das diretrizes públicas do REMM (Radiation Emergency Medical Management, HHS/ASPR — governo dos EUA). Não é diagnóstico nem prescrição deste portal; doses e nomes de fármacos permanecem como na fonte original, com o link ao lado — confira sempre no original antes de qualquer conduta. As recomendações da fonte não se destinam a uso médico-legal.
Tradução não oficial, feita por este portal e sem endosso, revisão ou vínculo do HHS/ASPR nem do governo dos EUA. O material de origem é de domínio público; a responsabilidade por esta versão em português é do Produtos Perigosos.
No Brasil, a resposta à emergência radiológica ou nuclear é coordenada pela CNEN junto à Defesa Civil (199), ao SAMU (192) e ao Corpo de Bombeiros (193).
☎ 0800 722 6001 — Disque-Intoxicação (CIATox, 24h)Traduzido de Incorporation of Radioisotopes into Cells and Organs - Illustration ↗ (REMM, HHS/ASPR — domínio público), fonte capturada em 2026-08-30. Em caso de dúvida, vale o original.
Incorporação de radioisótopos em células e órgãos — ilustração
- Contaminação externa — corpo inteiro
- Corpo parcial
- Contaminação de ferida com estilhaço radioativo
- Contaminação interna pelo trato respiratório
- Pelo trato digestivo
- Por poeira radioativa em ferida aberta
- Incorporação
Manejo do paciente:

- Incorporação: após inalação, ingestão ou contaminação de ferida, partículas pequenas de radioisótopo podem ser transportadas pelo sangue ou pela linfa até células, tecidos e órgãos.
- Os isótopos podem ser emissores alfa , beta ou gama .
- Os radioisótopos podem se incorporar a um ou mais órgãos específicos daquele isótopo (tireoide, pulmões, rins, ossos e medula óssea, ou fígado e baço, por exemplo), resultando em exposição naquele sítio.
- Podem ser necessárias contramedidas médicas chamadas agentes de descorporação, ou outros procedimentos (diurese, por exemplo), para remover os radioisótopos já incorporados aos tecidos.
- Os efeitos tóxicos dos radioisótopos podem vir das propriedades químicas e/ou radiológicas deles.
- Como diagnosticar: se, depois da descontaminação externa, um medidor de radiação adequado continuar identificando radioatividade residual significativa, suspeite de contaminação interna.
- Fazer swab de cada narina separadamente, para ajudar a estimar o nível de contaminação interna (pulmonar)
- Colete amostra isolada de urina de ≥70 mL para medida do isótopo. Instruções de coleta, identificação, embalagem e envio (HHS/CDC)dose/fármaco conforme a fonte ↗
- Considere a varredura de corpo inteiro com equipamento de medicina nuclear do hospital, modificado