Emergência radiológica · REMM
Material para profissionais de saúde e de resposta a emergências.
Tradução referenciada das diretrizes públicas do REMM (Radiation Emergency Medical Management, HHS/ASPR — governo dos EUA). Não é diagnóstico nem prescrição deste portal; doses e nomes de fármacos permanecem como na fonte original, com o link ao lado — confira sempre no original antes de qualquer conduta. As recomendações da fonte não se destinam a uso médico-legal.
Tradução não oficial, feita por este portal e sem endosso, revisão ou vínculo do HHS/ASPR nem do governo dos EUA. O material de origem é de domínio público; a responsabilidade por esta versão em português é do Produtos Perigosos.
No Brasil, a resposta à emergência radiológica ou nuclear é coordenada pela CNEN junto à Defesa Civil (199), ao SAMU (192) e ao Corpo de Bombeiros (193).
☎ 0800 722 6001 — Disque-Intoxicação (CIATox, 24h)Traduzido de Nuclear Detonation: Weapons, Improvised Nuclear Devices ↗ (REMM, HHS/ASPR — domínio público), fonte capturada em 2026-08-30. Em caso de dúvida, vale o original.
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Detonação nuclear: armas, dispositivos nucleares improvisados
- Detonação nuclear: informações gerais
- Dispositivos nucleares improvisados (INDs)
- Linha do tempo esperada dos eventos
- Categorias de efeitos médicos
- Manejo médico
- Comunicação depois da detonação de um IND: recurso para socorristas e autoridades
- Abrigo no local: blindagem dada pelas edificações contra a precipitação radioativa e a explosão
- Número e tipos de vítimas em vários cenários de detonação nuclear modelados por computador
- Precipitação radioativa (fallout)
- Escolha de sistemas de detecção de radiação
- Filmes históricos de testes nucleares e filmes de segurança nuclear
- Referências principais
Detonação nuclear: informações gerais 3
- A energia liberada numa explosão nuclear vem da divisão (fissão) de materiais radioativos, por exemplo urânio-235 e plutônio-239.
- As bombas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki, no Japão, ao fim da Segunda Guerra Mundial, são exemplos de explosões nucleares.
- A energia explosiva de uma detonação nuclear é quantificada em número de quilotons (Kt) do explosivo convencional TNT (trinitrotolueno) que seria preciso para criar o mesmo efeito de explosão.
- Durante e depois de uma explosão nuclear, há liberação de radiação, incluindo radiação eletromagnética: ultravioleta, infravermelha, visível, gama e raios X
- Radiação particulada: partículas alfa e beta, e nêutrons
- Uma explosão nuclear libera quantidades enormes de energia, que se dissipam como bola de fogo , forças/ondas de choque , radiação imediata , luz e calor (energia térmica) e radiação ionizante retardada (isto é, a precipitação radioativa: fragmentos nucleares criados no processo de fissão que se transformam em elementos radioativos e se agregam às partículas de detritos vaporizadas pela explosão). Folha informativa sobre arma nuclear para o público geral (HHS/CDC)
- Folha informativa sobre dispositivo nuclear improvisado para o público geral (HHS/CDC)
- Veja Nuclear Detonation Effects (YouTube - 0:41 minutes) (arquivo do governo dos EUA)dose/fármaco conforme a fonte ↗
- Bola de fogo Vaporização da matéria pelo calor descomunal dentro da bola de fogo
- Localizada no epicentro da explosão
- Tudo dentro dessa bola de fogo vaporiza, inclusive o solo e a água, e é carregado para cima
- É isso que cria a nuvem em forma de cogumelo associada à detonação/explosão nuclear ( Figura 1 )
- Forças/ondas de choque: ondas de choque que causam dano mecânico ( Figura 2 , Figura 3 , Figura 4 , Figura 5 , Figura 6 ) As forças diretas de sobrepressão do pulso da onda de choque (medidas em atmosferas de pressão) propagam-se a partir da explosão
- Forças indiretas de arrasto do vento da explosão (medidas em velocidade do vento)
- Dose de radiação imediata Os níveis de radiação são maiores perto do epicentro da explosão e diminuem rapidamente com a distância do ponto da detonação.
- Transportada predominantemente por raios gama e nêutrons produzidos nos primeiros minutos após a explosão
- Pode causar exposição de corpo inteiro e Síndrome Aguda da Radiação , se a dose for suficiente
- Luz e calor (energia térmica) Irradiados pela bola de fogo
- Faixa ampla do espectro eletromagnético, incluindo infravermelho, visível e UV
- Pulso eletromagnético (EMP) após uma detonação nuclear Veja Pulso eletromagnético (EMP) após uma detonação nuclear
- Dose de radiação ionizante retardada (precipitação radioativa) ( Figura 7 , Figura 8 ) Produzida por produtos de fissão e radionuclídeos induzidos por nêutrons na área ao redor da explosão, especialmente a favor do vento
- Dispersada a favor do vento com a bola de fogo/nuvem de detritos
- Conforme a nuvem viaja a favor do vento, o material radioativo esfria, cai e se deposita no solo, criando uma faixa larga de material depositado (precipitação radioativa)
- A precipitação radioativa cria grandes áreas de contaminação, e a radiação ionizante que sai dela pode lesar tecidos e atravessar paredes finas e vidro
- A precipitação radioativa também pode contaminar o solo, os alimentos e a água Serão emitidas proibições de comer alimentos e beber água das áreas atingidas
- Groundshine (medido em taxa de dose por hora ou dose acumulada no intervalo de tempo, exibido em mapas de precipitação radioativa. Veja Mapa de precipitação 1 , Mapa de precipitação 2 ) Radiação gama externa dos produtos de fissão depositados no solo na área de precipitação
- Mais do que os depósitos de radiação beta, o groundshine será o risco à saúde mais significativo ligado à precipitação radioativa nos primeiros dias
- Veja Nuclear Detonation Fallout (YouTube - 1:30 minutes) (arquivo do governo dos EUA)dose/fármaco conforme a fonte ↗
- Veja mais detalhes sobre a precipitação radioativa nesta página
Figura 5. Distâncias aproximadas das zonas em explosões nucleares de diferentes potências
- A Zona de Dano Severo se estenderá até ~ 1/2 milha (0,8 km)
- A Zona de Dano Moderado irá de ~ 1/2 milha (0,8 km) a ~ 1 milha (1,6 km)
- A Zona de Dano Leve se estenderá de ~ 1 milha (1,6 km) a ~3 milhas (4,8 km)
| Explosão de 1 KT |
- A Zona de Dano Severo se estenderá até ~ 1/4 de milha (0,4 km)
- A Zona de Dano Moderado irá de ~ 1/4 de milha (0,4 km) a ~ 1/2 milha (0,8 km)
- A Zona de Dano Leve se estenderá de ~ 1/2 milha (0,8 km) a ~2 milhas (3,2 km)
| Explosão de 0,1 KT |
- A Zona de Dano Severo se estenderá até ~ 200 jardas (0,2 km)
- A Zona de Dano Moderado irá de ~200 jardas (0,2 km) a ~ 1/4 de milha (0,4 km)
- A Zona de Dano Leve se estenderá de ~ 1/4 de milha (0,4 km) a ~1 milha (1,6 km)

Figura 1. Explosão nuclear: nuvem em forma de cogumelo
Figura 2. Efeitos da explosão de arma nuclear: aproximados

- 50% Explosão e choque no solodose/fármaco conforme a fonte ↗
- 35% Radiação térmicadose/fármaco conforme a fonte ↗
- 15% Radiação ionizante 5% Inicial/imediata (primeiro minuto)dose/fármaco conforme a fonte ↗
- 10% Retardada/residual (de minutos a anos)dose/fármaco conforme a fonte ↗
Figura 3. Padrões gerais de dano de uma explosão nuclear de 10 Kt no solo
🖼 Zonas de dano após explosão nuclear (visão geral) — ver figura na fonte ↗Figura de terceiro no site do REMM; o portal não a reproduz. Source: The National Academies and the U.S. Department of Homeland Security Representation of the general patterns of damage from a 10-Kt nuclear explosion on the ground. The destruction from the initial effects—shockwaves, thermal (heat) energy, and initial radiation—expands in a circular pattern.Figura 4. Zonas de dano depois de uma detonação nuclear: mapas idealizados
🖼 Zonas de dano após explosão nuclear — ver figura na fonte ↗Figura de terceiro no site do REMM; o portal não a reproduz. Source: Planning Guidance for Response to a Nuclear Detonation, 3 rd ed, 2022 ( More detail ) Figure 6. Impacts of peak overpressure of blast Peak Overpressure (psi) Type of Structure Degree of Damage 0.15-1 Windows Moderate (broken) 3-5 Apartments Moderate 3-5 Houses Severe 6-8 Reinforced concreteFigura 6. Impactos do pico de sobrepressão da explosão
| Pico de sobrepressão (psi) | Tipo de estrutura | Grau de dano |
| 0,15-1 | Janelas | Moderado (quebradas) |
| 3-5 | Apartamentos | Moderado |
| 3-5 | Casas | Severo |
| 6-8 | Edifício de concreto armado | Severo |
| 6-8 | Edifício de concreto maciço | Moderado |
| 100 | Abrigos de pessoal | Severo (colapso) |
| Pico de sobrepressão (psi) | Tipo de lesão em pessoas a céu aberto | |
| 5 | Limiar para ruptura de tímpano | |
| 15 | Limiar para lesão pulmonar grave | |
| 50 | 50% de incidência de lesão pulmonar fataldose/fármaco conforme a fonte ↗ |
Figura 7. Precipitação radioativa: velocidade relativa de queda da radioatividade após uma explosão nuclear

- Resumo dos efeitos da precipitação radioativa de uma explosão nuclear hipotética de 10 Kt.
- O nível da precipitação radioativa decai rápido, mais ou menos por um fator de 10 a cada aumento de 7 vezes no tempo.
| Source: Armed Forces Radiobiology Research Institute's Medical Effects of Ionizing Radiation Course on CD-ROM (1999) |
Figura 8. Fatores que afetam a precipitação radioativa

| Tamanho da partícula: mantidos constantes o vento e a altitude, as partículas maiores caem relativamente perto do marco zero e as menores caem mais longe. |
| Altitude: quanto maior a altitude inicial da partícula, mais longe do marco zero ela cai, mantidos constantes a velocidade do vento e o tamanho da partícula. Isso significa que o padrão da precipitação radioativa será diferente numa detonação no solo e numa detonação em altitude, e aumentar a altitude também altera esse padrão. |
| Vento: o vento é o fator mais difícil de prever. As diferentes altitudes pelas quais a partícula cai podem ter velocidades e direções de vento diferentes, o que afeta o destino final da partícula de precipitação radioativa. É o que explica a precipitação radioativa ocorrer a quilômetros contra o vento da detonação. |


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Dispositivos nucleares improvisados (INDs) 4 , 8
- Arma nuclear ilícita comprada, roubada ou de outra forma originária de um Estado nuclear, ou arma fabricada por um grupo terrorista a partir de material físsil de armas nucleares obtido ilegalmente, que produz uma explosão nuclear
- Construída com componentes de uma arma roubada ou do zero, com material nuclear (plutônio ou urânio altamente enriquecido)
- Produz os mesmos efeitos físicos e médicos da explosão de uma arma nuclear
- Resulta em perda catastrófica de vidas, destruição de infraestrutura e contaminação de uma área muito grande
- Se o rendimento nuclear NÃO for alcançado, o resultado provavelmente se pareceria com um Dispositivo de Dispersão Radiológica em que o material físsil de arma foi espalhado localmente
- Se o rendimento nuclear for alcançado, o resultado se pareceria com a explosão nuclear descrita nesta página
- Como as explosões nucleares, as explosões de IND podem ser avaliadas com um mapa de precipitação radioativa (Veja Mapa de precipitação 1 , Mapa de precipitação 2 )
Reference: Planning Guidance for Protection and Recovery Following Radiological Dispersal Device (RDD) and Improvised Nuclear Device (IND) Incidents (PDF - 519 KB) (DHS/FEMA, published in Federal Register, August 1, 2008, Z-RIN 1660-ZA02) [Note: The preceding document has been superseded by the following: Planning Guidance for Response to a Nuclear Detonation, 3 rd edition (PDF - 2.62 MB) (FEMA, 2022)]no original (inglês)
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Linha do tempo esperada após a detonação de um IND
Linha do tempo esperada dos efeitos da detonação de um dispositivo nuclear improvisado de 10 quilotons

- O gráfico acima é da versão de 2016 do Nuclear/Radiological Incident Annex to the Response and Recovery Federal Interagency Operations Plan (PDF - 3,38 MB) (Veja o Apêndice 1 do Ramo 1, página 26) (Interagências do governo dos EUA, outubro de 2016)
- Nota: o Nuclear/Radiological Incident Annex foi atualizado em 2023 . A versão de 2023 não traz linha do tempo equivalente dos efeitos esperados de uma detonação nuclear improvisada de 10 kt.
- O texto que vem depois do gráfico no Anexo de 2016 explica os termos do gráfico.
- Veja também: mais informações do REMM sobre linhas do tempo que descrevem incidentes com radiação, inclusive incidentes que não são detonações nucleares.
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Categorias de efeitos médicos
- Lesão por explosão 31 - 34 Efeitos imediatos de explosões e detonações Lesão primária por explosão — efeitos diretos que resultam de barotrauma (por exemplo, sobrepressão e subpressão), afetando comumente órgãos cheios de ar e interfaces ar-líquido ( Figura 9 ) Ruptura das membranas timpânicas: lesão do tímpano: 5 psi
- Dano pulmonar: lesão do pulmão: 15 psi
- Ruptura de víscera oca: lesão fatal (LD50): 50 psi
- Lesão secundária por explosão Trauma penetrante
- Lesões por fragmentação
- Lesão terciária por explosão — efeitos do colapso de estruturas e de pessoas arremessadas pelo vento da explosão Lesões por esmagamento e trauma contuso
- Trauma penetrante ou contuso
- Fraturas e amputações traumáticas
- Lesões cerebrais abertas ou fechadas
- Lesão quaternária por explosão — queimaduras, asfixia e exposição a inalantes tóxicos
- Os tipos de lesão causados por explosões dependem de a explosão Ocorrer ao ar livre ou dentro de edificações
- Causar o colapso de um edifício ou de outra estrutura
- Bombas convencionais geram ondas de choque que se espalham a partir de uma fonte pontual A onda de choque tem duas partes Onda de choque de alta pressão, seguida de
- Vento da explosão, ou ar em movimento
- O dano produzido pelas ondas de choque diminui exponencialmente com a distância da fonte pontual
- Ocorrem reverberações em paredes e objetos rígidos
- Conforme a energia que vai para fora se dissipa, ocorre uma inversão do vento de volta em direção à explosão, e subpressão
- O efeito de pressão resultante lesa órgãos, sobretudo nas interfaces ar-líquido, e o vento arremessa fragmentos e pessoas, causando lesões penetrantes ou contusas
- Dispositivos explosivos de explosão amplificada (por exemplo, explosões nucleares) têm efeitos mais destrutivos que as explosões convencionais A explosão primária dissemina o explosivo e depois o dispara, causando uma explosão secundária
- A onda de alta pressão então irradia de uma área muito maior, prolongando a duração da fase de sobrepressão e aumentando a energia total transmitida pela explosão
- Causam proporção maior de lesões primárias por explosão do que os dispositivos convencionais
- Lesão térmica/queimadura Absorção direta de energia térmica pela pele exposta, ou aquecimento e ignição das roupas (queimaduras por clarão) ( Figura 10 )
- Ação indireta dos incêndios provocados no ambiente (queimaduras por chama)
- Vítimas com queimadura — e espera-se que sejam muitas — podem resultar da absorção da energia da radiação térmica
- Lesões oculares Cegueira por clarão ( Veja ilustração ) Causada pelo efeito na retina do primeiro clarão brilhante de luz produzido pela explosão
- As vítimas NÃO precisam estar olhando para o local da detonação: a luz refletida/difratada basta em muitos casos
- Vítimas que estiverem dirigindo no momento do evento ficarão sem enxergar, o que pode causar grande número de acidentes de trânsito
- Durante o dia, a cegueira por clarão não persiste por mais de cerca de 2 minutes e em geral dura segundosdose/fármaco conforme a fonte ↗
- À noite, com a pupila dilatada, a cegueira por clarão dura mais
- Pode-se esperar recuperação parcial em 3-10 minutes durante o dia, e mais demorada à noitedose/fármaco conforme a fonte ↗
- Cicatriz de retina A queimadura de retina ( Veja ilustração ) resulta em dano permanente por cicatriz quando a bola de fogo é vista diretamente
- Pode ocorrer a distâncias consideráveis da explosão, dependendo do tamanho dela
- A localização da cicatriz determina o grau de interferência na visão
- Cicatriz central causará incapacidade maior
- Lesões por radiação Durante o incidente Radiação imediata Dose de exposição a radiação gama e de nêutrons recebida nos primeiros minutos após a detonação
- Dependendo da dose, os pacientes correm risco de Síndrome Aguda da Radiação
- Radiação retardada Precipitação radioativa ( Figura 7 , Figura 8 ): produzida por produtos de fissão e radionuclídeos induzidos por nêutrons nos materiais ao redor (água, solo, estruturas, detritos do artefato nuclear)
- Esses produtos radioativos serão dispersados a favor do vento com a bola de fogo/nuvem de detritos ( Figura 7 , Figura 8 )
- Conforme a nuvem viaja a favor do vento, o material radioativo esfria, cai e se deposita no solo, criando uma faixa larga de material depositado (precipitação radioativa) ( Figura 7 , Figura 8 )
- As maiores concentrações (que criam os níveis de radiação mais perigosos) caem mais perto do local da detonação
- A precipitação radioativa cria grandes áreas de contaminação, e a radiação ionizante que sai dessa contaminação lesa tecidos e pode atravessar paredes finas e vidro
- Três modos pelos quais as vítimas podem receber dose de radiação da precipitação radioativa: radiação vinda diretamente da precipitação enquanto ela passa, ou da precipitação já depositada no solo
- Radiação da contaminação por precipitação radioativa na pele, na roupa ou nos pertences, que expõe a pessoa até que ela troque de roupa e/ou remova o material contaminado
- Ingestão ou inalação de material radioativo
- Desses, o mais provável de causar lesão nos primeiros dias é a exposição direta à precipitação radioativa, contra a qual se pode proteger usando os três princípios básicos de tempo, distância e blindagem
- A exposição à precipitação radioativa é mais perigosa nas primeiras horas
- A precipitação radioativa decai rapidamente com o tempo: exemplo de uma explosão hipotética de 10 Kt: depois de 3 hours, as taxas de exposição iniciais caem para 20%dose/fármaco conforme a fonte ↗
- 8 hours, caem para 10%dose/fármaco conforme a fonte ↗
- 48 hours, caem para 1%dose/fármaco conforme a fonte ↗
- Portanto, abrigar-se nas primeiras horas pode salvar vidas
- Muito tempo depois do incidente (possíveis efeitos de longo prazo da radiação) Efeitos tardios da exposição aguda à radiação
- Efeitos em órgãos específicos, conforme o local onde cada isótopo é incorporado
- Carcinogênese
- Mutagênese (efeitos fetais)
Figura 9. Lesões por explosão

Figura 10. Queimadura térmica na pele por explosão nuclear

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Manejo médico 3, 4, 9, 10, 22 - 30
- Podem ocorrer exposição e contaminação. Veja as seções deste site sobre diagnóstico e tratamento de Exposição
- Contaminação
- Ambas
- Ações iniciais para socorristas após detonação nuclear Primeiros receptores: equipe do pronto-socorro : resumo de 2 páginas (Interagências do governo dos EUA, maio de 2014, versão 1.0, minuta para uso provisório) (PDF - 1 MB)
- Primeiros socorristas: equipe do serviço médico de emergência : resumo de 2 páginas (Interagências do governo dos EUA, maio de 2014, versão 1.0, minuta para uso provisório) (PDF - 1,02 MB)
- Treinamento just-in-time para profissionais de saúde após a detonação de um IND (RITN) (YouTube - 16:10 min)dose/fármaco conforme a fonte ↗
- Lesão por radiação Síndrome Aguda da Radiação (SAR) Subsíndrome hematopoética
- Síndrome Cutânea da Radiação
- Manejar as subsíndromes da SAR
- Efeitos de tempo/dose na SAR
- Fases temporais da SAR
- Lesão combinada
- Como o evento provavelmente será uma situação de múltiplas vítimas, os procedimentos de diagnóstico e tratamento dos pacientes podem precisar de modificações em relação aos recomendados para eventos com número menor de vítimas Triagem
- Questões de múltiplas vítimas após exposição à radiação
- Tratamento da Síndrome Aguda da Radiação: modificações em situações de múltiplas vítimas com recursos escassos Categoria de triagem e uso de citocinas após uma detonação nuclear (ferramenta interativa)
- Hick JL, Bader JL, Coleman CN, et al. Proposed "Exposure And Symptom Triage (EAST)" Tool to Assess Radiation Exposure After a Nuclear Detonation . Disaster Med and Public Health Preparedness published online 31 July 2017. EAST Tool and Notes : can print normal size or make large poster for wall (2 pages)no original (inglês)
- Ferramentas de biodosimetria: calcular a dose a partir da exposição (ferramenta interativa)
- Triagem e tratamento de queimaduras
- Para onde enviar amostras de biodosimetria
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Comunicação depois da detonação de um IND: recurso para socorristas e autoridades
- Communicating in a Nuclear Disaster: Observations from COVID-19 (julho de 2020) (vídeo gravado em Zoom por Vivi Siegel (CDC) e Jessica Wieder (EPA), hospedado na plataforma NACCHO) (1 hour e 5 min)dose/fármaco conforme a fonte ↗
- A Decision Makers Guide: Medical Planning and Response for a Nuclear Detonation (HHS/ASPR, novembro de 2017)
- Folhas informativas para o público geral Folha informativa sobre arma nuclear para o público geral (HHS/CDC)
- Folha informativa sobre dispositivo nuclear improvisado para o público geral (HHS/CDC)
- Overview of Briefing Products: Part 1: Radiological and Nuclear (HHS e DOE/LLNL, 17 de dezembro de 2014) Traz exemplos de mapas e de informações de dose que serão produzidos pelo National Atmospheric Release Advisory Center (DOE/NARAC) após um incidente com radiação, para ajudar os socorristas a manejar efeitos à saúde, níveis e recomendações de ação protetora.
- Nuclear Detonation Preparedness: Communicating in the Immediate Aftermath (FEMA 2024)
- Example of a Lifesaving Message that Could be Broadcast Immediately After and Improvised Nuclear Detonation (Source: Medical Planning and Response for a Nuclear Detonation: a Practical Guide , Biosecurity and Bioterrorism: Biodefense Strategy, Practice, and Science 2012; 10(4):346-371. See Figure 10.no original (inglês)
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Abrigo no local: blindagem dada pelas edificações contra a precipitação radioativa e a explosão
As edificações dão proteção considerável contra a precipitação radioativa ( Figura 11 ) e contra a explosão ( Figura 12 )
- Um prédio de alvenaria dá proteção melhor contra a radiação ( Figura 11 ) e contra a explosão ( Figura 12 ) do que um prédio com revestimento de tijolo, que por sua vez protege melhor que uma construção de estrutura leve.
- Há menos exposição à radiação (isto é, Fator de Proteção maior) em locais internos e abaixo do nível do solo
- A ilustração do edifício comercial de vários andares abaixo mostra que os andares intermediários dão blindagem melhor que o térreo ou os locais externos, porque a precipitação radioativa que emite radiação gama cobre o solo, as superfícies externas e o telhado.
- Subir para um andar mais alto do prédio aumenta a distância da fonte no solo, mas aumenta a exposição à radiação vinda do telhado.
Referências:
- Sheltering in Place During a Radiation Emergency (HHS/CDC, maio de 2006)
- Dillon MB, Determining optimal fallout shelter times following a nuclear detonation . Proceedings of the Royal Society A. Proc. R. Soc. 2014; 470:20130693 (Note: This article reviews/analyzes several other recent publications on this topic. This article proposes modifications to the standard shelter-in-place guidance, based on the "timing and conditions under which poorly sheltered individuals should leave their shelters to evacuate or obtain better shelter". This recommendation is currently being reviewed by US government agencies.)no original (inglês)
- Design Guidance for Shelters and Safe Rooms: Risk Management Series (PDF - 12,8 MB) (DHS/FEMA 453, maio de 2006)
- Abrigo no local (Preparedness 360)
- Sheltering and Evacuating of Cities After an IND: Analyses from Sandia National Laboratories Larry D. Brandt, Ann S. Yoshimura, Analysis of Sheltering and Evacuation Strategies for an Urban Nuclear Detonation Scenario , (PDF - 2.07 MB) SAND2009-3299, May 2009no original (inglês)
- Larry D. Brandt, Ann S. Yoshimura, Analysis of Sheltering and Evacuation Strategies for a National Capital Region Nuclear Detonation Scenario , (PDF - 1.64 MB) SAND2011-9092, December 2011
- Larry D. Brandt, Ann S. Yoshimura, Analysis of Sheltering and Evacuation Strategies for a Chicago Nuclear Detonation Scenario , (PDF - 1.41 MB) SAND2011-6720, August 2011
Figura 11. Edificações como blindagem contra radiação
🖼 Como as edificações blindam contra a radiação de uma explosão nuclear — ver figura na fonte ↗Figura de terceiro no site do REMM; o portal não a reproduz. Source: Key Response Planning Factors for the Aftermath of Nuclear Terrorism (PDF - 4.52 MB) (Lawrence Livermore National Laboratory, August 2009, Page 12, Figure 9) Buildings provide considerable protection from fallout A brick building provides better protection from radiation than does a brick ve- Os números representam um "fator de redução de dose".
- Um fator de redução de dose de 200 indica que uma pessoa naquela área receberia 1/200 da dose de uma pessoa a céu aberto.
Figura 12. Escolha de um cômodo seguro após a detonação de um IND
🖼 Como escolher um cômodo seguro após a detonação de um artefato nuclear improvisado — ver figura na fonte ↗Figura de terceiro no site do REMM; o portal não a reproduz. Source: Coleman CN, Adams S, Adrianopoli C, Ansari A, Bader JL, et al., Medical planning and response for a nuclear detonation: a practical guide . Biosecur Bioterror. 2012 Dec;10(4):346-71. (Figure 4) [PubMed Citation] Figure 13. Blast Effects on DwellingsSource: Coleman CN, Adams S, Adrianopoli C, Ansari A, Bader JL, et al., Medical planning and response for a nuclear detonation: a practical guide . Biosecur Bioterror. 2012 Dec;10(4):346-71. (Figure 4) [PubMed Citation]no original (inglês)
Figura 13. Efeitos da explosão sobre moradias
🖼 Como a explosão nuclear afeta as edificações: exemplos — ver figura na fonte ↗Figura de terceiro no site do REMM; o portal não a reproduz. Adapted from Knebel AR, Coleman CN, Cliffer KD, Murrain-Hill P, McNally R, Oancea V, Jacobs J, Buddemeier B, Hick J, Weinstock D, Hrdina CM, Taylor T, Matzo M, Bader JL, Livinski A, Parker G, Yeskey K. Allocation of Scarce Resources Following a Nuclear Detonation: Setting the Context . Disaster Medtopo da página
Número e tipos de vítimas em vários cenários de detonação nuclear modelados por computador
- Tabela com estimativa de número e tipos de vítimas médicas após a detonação de um IND (PDF - 608 KB): ressalvas importantes sobre os números de vítimas dessa tabela Gerada expressamente para o " Scarce Resources for a Nuclear Detonation Project ", com o fim de auxiliar o planejamento da resposta médica.
- Adapted from Knebel AR, Coleman CN, Cliffer KD, Murrain-Hill P, McNally R, Oancea V, Jacobs J, Buddemeier B, Hick J, Weinstock D, Hrdina CM, Taylor T, Matzo M, Bader JL, Livinski A, Parker G, Yeskey K. Allocation of Scarce Resources Following a Nuclear Detonation: Setting the Context . Disaster Med Public Health Prep. 2011 Mar;5 Suppl 1:S20-31. [PubMed Citation], Full Text (PDF - 457 KB)no original (inglês)
- Não representam modelagem abrangente de todas as consequências possíveis de uma detonação nuclear.
- Não representam dados de nenhuma cidade específica
- Representam apenas uma ordem de grandeza geral, útil para o planejamento de recursos médicos
- Representam modelagem e cálculos computacionais das interagências do governo dos EUA para 185 cenários distintos de detonação nuclear, com muitas variáveis, entre elas Rendimentos da detonação nuclear (0,1-10 kT)
- Alturas de detonação (no solo e no ar)
- Condições meteorológicas
- Cidades dos EUA
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Precipitação radioativa (fallout)
- Veja informações detalhadas e gráficos sobre a precipitação radioativa numa importante monografia nova do governo dos EUA, de 2019.
- Depois de um IND, o material radioativo que volta ao solo após ser lançado à atmosfera é chamado de " fallout " (precipitação radioativa). Ventos em níveis altos acima do solo podem levar o material radioativo para longe do local da detonação .
- Os ventos de baixo nível não indicam a direção da precipitação radioativa.
- Essas nuvens radioativas têm sido chamadas de " pluma ", e a radiação emitida por essas "plumas" tem sido chamada de " cloud shine ".
- Quando a precipitação radioativa se deposita no solo e nas edificações, a radiação resultante tem sido chamada de " groundshine ".
- Veja exemplo de modelo computacional da precipitação radioativa/groundshine 2 hours após a detonação de um artefato nuclear .dose/fármaco conforme a fonte ↗
- Veja modelo computacional da precipitação radioativa e de outros efeitos 2 hours após a detonação de um artefato nuclear de 10 kT no solo .dose/fármaco conforme a fonte ↗
- Veja o vídeo: Nuclear Detonation Fallout (YouTube - 1:30 minutes) (arquivo do governo dos EUA)dose/fármaco conforme a fonte ↗
- Veja a ilustração: a precipitação radioativa encolhe com o tempo por causa do decaimento radioativo (Lawrence Livermore National Laboratory)
- O nível de radiação no ambiente pode ser previsto e estimado por modelagem computacional e por medições reais. Os modelos usam informações sobre o tamanho da cratera, a altura da nuvem em forma de cogumelo, o tempo, a topografia, princípios da física, resultados de detectores de radiação no ar e no solo, e outros parâmetros.
- As equipes oficiais de resposta do governo usam essas ferramentas para criar mapas das áreas que devem ser contaminadas pela precipitação radioativa e prever como os níveis de radiação devem mudar ao longo do tempo . Isso ajuda a direcionar as atividades de resposta adequadas. Um mapa que prevê ou reflete níveis reais de radiação mostra uma área geográfica específica sobreposta por linhas ou áreas de exposição ou dose semelhantes.
- Esse mapeamento é parecido com um mapa meteorológico que exibe isotermas ou isóbaras.
- A localização geográfica das linhas de dose ou de taxa de exposição/hora do groundshine Muda ao longo do tempo , porque
- Os isótopos radioativos da precipitação radioativa decaem rapidamente
- Veja o filme curto que mostra a zona de precipitação radioativa perigosa encolhendo rapidamente após um IND (YouTube - 0:29 minutes)dose/fármaco conforme a fonte ↗
- Possíveis problemas médicos da precipitação radioativa: visão geral breve Espera-se que a exposição à radiação da precipitação radioativa nos primeiros dias seja um problema clínico e de saúde pública muito mais grave do que a contaminação externa ou interna .
- Uma explosão nuclear produz mais de 300 isótopos no processo de fissão, além de outra radioatividade induzida por nêutrons. 36 .
- Os quatro nuclídeos significativos que responderam por quase três quartos da dose interna de corpo inteiro reconstruída para as pessoas que viviam a algumas centenas de quilômetros de um dos locais do Nevada Test Site foram identificados como Sr-89, Sr-90, I-131 e Cs-137. 37 A maior parte da contaminação interna das pessoas, num estudo-chave, veio do consumo de alimentos contaminados . 36
- Quanto à incorporação humana dos produtos da precipitação radioativa, a ingestão de radioisótopos tende a ser preocupação médica bem maior que a inalação. 37
- Minimizar o risco da precipitação radioativa: princípios gerais A exposição externa à precipitação radioativa é a preocupação médica mais séria ligada à radiação para quem atravessa uma área de precipitação ou se abriga em local com Fator de Proteção inadequado . Depois de uma detonação nuclear, prolongar o tempo de abrigo no local ( por pelo menos 24 hours quando possível ) numa edificação com Fator de Proteção alto minimiza esse risco, já que a radiação decai rapidamente com o tempo .dose/fármaco conforme a fonte ↗
- Quem receber dose de corpo inteiro por exposição de = 200 cGy pode precisar de avaliação urgente e possivelmente de tratamento para Síndrome Aguda da Radiação .dose/fármaco conforme a fonte ↗
- A contaminação externa é provável para quem atravessa um campo de precipitação radioativa após uma detonação nuclear. Prolongar o tempo de abrigo no local ( por pelo menos 24 hours quando possível ) após a detonação minimiza o risco médico, já que a radiação decai rapidamente com o tempo .dose/fármaco conforme a fonte ↗
- Espera-se que os primeiros socorristas usem Equipamento de Proteção Individual (EPI) adequado ao seu papel e ao risco .
- A descontaminação externa deve ser feita assim que for viável para qualquer pessoa com contaminação externa.
- A contaminação interna por inalação e/ou ingestão pode resultar de atravessar um campo de precipitação radioativa como a Zona de Precipitação Perigosa, inalar poeira radioativa ou consumir alimentos e líquidos contaminados. Usar EPI com proteção respiratória e não consumir alimentos ou líquidos contaminados deve resolver ou minimizar esse problema. A poeira radioativa tem cerca do tamanho de partículas de areia, que dificilmente chegariam ao fundo dos pulmões.
- Prolongar o tempo de abrigo no local ( por pelo menos 24 hours quando possível ) após a detonação minimiza esse risco, já que a precipitação radioativa decai rapidamente com o tempo .dose/fármaco conforme a fonte ↗
- Espera-se que os primeiros socorristas usem proteção respiratória formal para minimizar o risco da inalação.
- Quem não tiver acesso a proteção respiratória formal pode usar proteção informal, como um lenço sobre o nariz e a boca.
- Evitar comer e beber o que estiver contaminado é a Ação Protetora mais eficaz nessa circunstância.
- As autoridades de saúde pública podem recomendar contramedidas médicas para contaminação interna em circunstâncias muito específicas .
- See also: Adams TG, Yeddanapudi N, Clay M, Asher J, Appler J, Casagrande R. Modeling Cutaneous Radiation Injury from Fallout . Disaster Med Public Health Prep. 2019;13(3):463-469. [PubMed Citation]
- Tamanho, ao longo do tempo, da Zona de Precipitação Perigosa e do limite de 0,01 R/hora após uma detonação nuclear hipotética de 10 kT ao nível do solo
- Efeitos aproximados imediatos e retardados da precipitação radioativa de uma detonação de 10 kT
- Zona de precipitação radioativa perigosa encolhendo rapidamente após um IND (YouTube - 0:29 minutes)dose/fármaco conforme a fonte ↗
- Can You Survive Nuclear Fallout? [palestra TED-Ed, 8 de janeiro de 2019, criada por Brooke Buddemeier (DOE/LLNL) e Jessica S. Wieder (EPA), narrada por Addison Anderson]. (YouTube - 5:24 min) Material didático da TED que acompanha esta auladose/fármaco conforme a fonte ↗
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Filmes históricos de testes nucleares e filmes de segurança nuclear
- Canal do YouTube com muitos vídeos arquivados de detonações históricas. (YouTube)
- Nuclear Detonation Fallout (YouTube - 1:30 minutes) (arquivo do governo dos EUA)dose/fármaco conforme a fonte ↗
- Nuclear Detonation Effects (YouTube - 0:41 minutes) (arquivo do governo dos EUA)dose/fármaco conforme a fonte ↗
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Referências principais
Documentos de orientação federais
- A Decision Makers Guide: Medical Planning and Response for a Nuclear Detonation (HHS/ASPR, novembro de 2017)
- Nuclear/Radiological Incident Annex to the Response and Recovery Federal Interagency Operations Plan (PDF - 3,38 MB) (Interagências do governo dos EUA, 2023)
- Glasstone S, Dolan PJ, The Effects of Nuclear Weapons , (PDF - 31 MB), 3ª ed. Washington, D.C.: US Government Printing Office, 1977.
- Planning Guidance for Response to a Nuclear Detonation, 3 rd edition (PDF - 2,62 MB) (FEMA, 2022) Quick Reference Guide: Radiation Risk Information for Responders Following a Nuclear Detonation (PDF - 913 KB) (Colaboração interagências do governo dos EUA, dezembro de 2016) Este documento foi feito para dar aos socorristas orientação e recomendações específicas sobre o risco de radiação associado a responder a um evento com dispositivo nuclear improvisado (IND), para que se protejam dos efeitos do IND.
- Destina-se a integrar o treinamento preparatório com o "Health and Safety Planning Guide For Planners and Supervisors For Protecting First Responders Following A Nuclear Detonation".
- Health and Safety Planning Guide for Planners, Safety Officers, and Supervisors for Protecting Responders Following a Nuclear Detonation (PDF - 1,21 MB) (Colaboração interagências do governo dos EUA, dezembro de 2016) Esta orientação destina-se a planejadores, técnicos de segurança e supervisores de socorristas, para auxiliar na preparação da gestão de saúde e segurança em caso de evento bem-sucedido com dispositivo nuclear improvisado (IND).
- Esta orientação define “socorristas” como um conjunto diverso de pessoas, com descrições de cargo e títulos variados, que são fundamentais para mitigar os efeitos potencialmente catastróficos de um IND.
- Zonas de dano após uma detonação nuclear e a abordagem por zonas ("Zoned Approach") na resposta
- Key Response Planning Factors for the Aftermath of Nuclear Terrorism (PDF - 4,52 MB) (Lawrence Livermore National Laboratory, agosto de 2009)
- Modelagem dos efeitos imediatos e da precipitação radioativa de detonações nucleares (Lawrence Livermore National Laboratory)
- Planning Guidance for Response to a Nuclear Detonation, 3 rd ed. (PDF - 2,62 MB) (FEMA, 2022)
- NATO Handbook on the Medical Aspects of NBC Defensive Operations (Part 1 - Nuclear), (AMEDP-6(B)) , (Departments of the Army, Navy, and Air Force), Washington, DC, 1996.
- Overview of Briefing Products, Part 1: Radiological/Nuclear (LLNL, DOE/DHS, 17 de dezembro de 2017)
- The Medical NBC Battlebook (US Army ChPPM, Technical Guide 244, agosto de 2002)
- Radiation Emergencies: Sheltering in Place During a Radiation Emergency (HHS/CDC, maio de 2006)
Outros documentos de orientação de agências
- Nationwide Response Issues After an Improvised Nuclear Device Attack: Medical and Public Health considerations for Neighboring Jurisdictions: Workshop Summary (Institute of Medicine, 2014)
Questões dos socorristas
- Disposição dos socorristas de atuar em desastres com radiação
- Diretrizes de exposição do trabalhador de emergência na fase inicial de um incidente com radiação
- Health and Safety Planning Guide - For Planners, Safety Officers, and Supervisors for Protecting Responders Following a Nuclear Detonation (Interagências do governo dos EUA, dezembro de 2016) IND Quick Reference Guide for Planners, Safety Officers, and Supervisors for Protecting Responders (Interagências do governo dos EUA, novembro de 2016) (PDF - 913 KB)
- IND Health and Safety Planning Guide for Planners, Safety Officers, and Supervisors for Protecting Responders (Interagências do governo dos EUA, novembro de 2016) (PDF - 1,18 MB)
Comunicação
- Improvised Nuclear Device Response and Recovery: Communicating in the Immediate Aftermath (US Government Interagency Nuclear Detonation Response Communications Working Group, abril de 2024)
- Simple Lifesaving Message After a Nuclear Detonation (Source: Coleman et al. Medical Planning and Response for a Nuclear Detonation: a Practical Guide , Biosecurity and Bioterrorism: Biodefense Strategy, Practice, and Science 2012; 10(4):346-371. See Figure 10.)no original (inglês)
- Responding to a Radiological or Nuclear Terrorism Incident: A Guide for Decision Makers (PDF - 1.61 MB) (NCRP Report No. 165, Appendix B, page 124, Public Information Statements), National Council on Radiation Protection and Measurements, Bethesda, MD, 2010.no original (inglês)
- Advising the public about radiation emergencies (NCRP Commentary No. 10), National Council on Radiation Protection and Measurements, Bethesda, MD, 1994.
- Rad Resilient City, a Preparedness Checklist to Save Lives After a Nuclear Detonation (PDF - 579 KB, See Appendix C, pages 53-61) (September 27, 2011, Center for Biosecurity of UPMC) ( Overview )
Questões médicas: planejamento e resposta
- Practical Guidance Coleman CN, Sullivan JM, Bader JL, Murrain-Hill P, Koerner JF, Garrett AL, Weinstock DM, Case C Jr, Hrdina C, Adams SA, Whitcomb RC, Graeden E, Shankman R, Lant T, Maidment BW, Hatchett RC. Public health and medical preparedness for a nuclear detonation: the nuclear incident medical enterprise . Health Phys. 2015 Feb;108(2):149-60. [PubMed Citation]no original (inglês)
- Koerner JF, Coleman CN, Murrain-Hill P, FitzGerald DJ, Sullivan JM. The medical decision model and decision maker tools for management of radiological and nuclear incidents . Health Phys. 2014 Jun;106(6):645-51. [PubMed Citation]no original (inglês)
- Coleman CN, Adams S, Adrianopoli C, Ansari A, Bader JL, et al., Medical planning and response for a nuclear detonation: a practical guide . Biosecur Bioterror. 2012 Dec;10(4):346-71. [PubMed Citation]no original (inglês)
- Medical Planning and Response Manual for a Nuclear Detonation Incident: a Practical Guide . (PDF - 7.7 MB) (October 2012, HHS)
- Emergency Responder Training for Response to the Aftermath of Nuclear and Radiological Terrorism (Lawrence Livermore National Laboratory) Nuclear Terrorism Response-National Capital Regions (NCR): ≥12 documentsno original (inglês)
- Nuclear Terrrorism-Los Angeles: ≥10 documents
- Radiological Terrorism Response: ≥8 documents
- Nuclear Detonation Scarce Resources Working Group publications list: medical and public health guidance for planners and responders (DMPHP, March 2011)
- Informações do CDC: Radiation Emergencies (HHS/CDC, 10 de maio de 2006)
- Treinamento: "Radiological Terrorism: Medical Response to Mass Casualties" (HHS/CDC)
- Dispositivo nuclear improvisado (infográfico HHS/CDC)
- Arma nuclear (infográfico HHS/CDC)
- A Feasibility Study of the Health Consequences to the American Population from Nuclear Weapons Tests Conducted by the United States and Other Nations (HHS/NCI/CDC, agosto de 2001)
- Weisdorf D, Chao N, Waselenko JK, Dainiak N, Armitage JO, McNiece I, Confer D. Acute radiation injury: contingency planning for triage, supportive care, and transplantation . Biol Blood Marrow Transplant. 2006 Jun;12(6):672-82. [PubMed Citation]no original (inglês)
- Waselenko JK, MacVittie TJ, Blakely WF, Pesik N, Wiley AL, Dickerson WE, Tsu H, Confer DL, Coleman CN, Seed T, Lowry P, Armitage JO, Dainiak N; Strategic National Stockpile Radiation Working Group. Medical management of the acute radiation syndrome: recommendations of the Strategic National Stockpile Radiation Working Group . Ann Intern Med 2004; Jun 15;140(12):1037-51. [PubMed Citation]no original (inglês)
- The Medical NBC Battlebook (US Army ChPPM, Technical Guide 244, agosto de 2002)
- Manthous CA, Jackson WL Jr. The 9-11 Commission's invitation to imagine: a pathophysiology-based approach to critical care of nuclear explosion victims . Crit Care Med. 2007 Mar;35(3):716-23. [PubMed Citation]no original (inglês)
Questões médicas: lesões por explosão
- DePalma RG, Burris DG, Champion HR, Hodgson MJ. Blast injuries . N Engl J Med. 2005 Mar 31;352(13):1335-42. [PubMed Citation]
- Darley DS, Kellman RM. Otologic considerations of blast injury . Disaster Med Public Health Prep. 2010 Jun;4(2):145-52. [PubMed Citation]
- Morley MG, Nguyen JK, Heier JS, Shingleton BJ, Pasternak JF, Bower KS. Blast eye injuries: a review for first responders . Disaster Med Public Health Prep. 2010 Jun;4(2):154-60. [PubMed Citation]
- Informações do CDC: Radiation Emergencies: Frequently Asked Questions About a Nuclear Blast (HHS/CDC, 23 de dezembro de 2003)
- Aplicativo CDC Blast Injury para iOS
- Preparedness and Response to Mass Casualty Event Resulting from Terrorist Use of Explosives, Interim Planning Guidance (PDF - 1,1 MB) (HHS/CDC, 2010)
- Tímpano perfurado após exposição a explosão (Public Health England [PHE], antiga Health Protection Agency [HPA])
Questões médicas: inalação de radionuclídeos
- Peterson KR, Shapiro CS. Internal dose following a major nuclear war . Health Phys. 1992 Jan;62(1):29-40. [PubMed Citation]
- Levanon I, Pernick A. The inhalation hazard of radioactive fallout . Health Phys. 1988 Jun;54(6):645-57. [PubMed Citation]
Apoio laboratorial para avaliar lesões médicas
- Blumenthal DJ, Sugarman SL, Christensen DM, Wiley AL, Livingston GK, Glassman ES, Koerner JF, Sullivan JM, Hinds S. Role of dicentric analysis in an overarching biodosimetry strategy for use following a nuclear detonation in an urban environment . Health Phys. 2014 Apr;106(4):516-22. [PubMed Citation]no original (inglês)
- Sullivan JM, Prasanna PG, Grace MB, Wathen LK, Wallace RL, Koerner JF, Coleman CN. Assessment of biodosimetry methods for a mass-casualty radiological incident: medical response and management considerations . Health Phys. 2013 Dec;105(6):540-54 [PubMed Citation]no original (inglês)
Orientação internacional
- Preparedness and Response for a Nuclear or Radiological Emergency, IAEA Safety Standards Series GSR part 7 (Patrocinado conjuntamente pela AIEA e por outras 12 organizações indicadas na capa, 2015)
História de incidentes e suas consequências
- Série do Lancet com 14 artigos sobre incidentes históricos com radiação, incluindo testes de armas, detonações nucleares e incidentes em usinas: Japan: from Hiroshima and Nagasaki to Fukushima Para coincidir com o 70º aniversário das bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, em 31 de julho de 2015 o Lancet publicou 14 artigos sobre o impacto radiológico, nuclear e psicológico duradouro dos desastres com radiação.
- A série, excelente, também traz informações sobre planejamento de saúde pública para manejar possíveis desastres futuros. O objetivo é proteger os milhões de pessoas que vivem nas áreas ao redor das 437 usinas nucleares em operação no mundo.
- Citação: Lancet agosto de 2015; 386(9992):405-500 . Alguns artigos, mas não todos, são gratuitos.
- Douple EB, Mabuchi K, Cullings HM, Preston DL, Kodama K, Shimizu Y, Fujiwara S, Shore RE. Long-term radiation-related health effects in a unique human population: lessons learned from the atomic bomb survivors of Hiroshima and Nagasaki . Disaster Med Public Health Prep. 2011 Mar;5 Suppl 1:S122-33. [PubMed Citation]no original (inglês)
Questões de recuperação
- Exposure of the American People to Iodine-131 from Nevada Nuclear-bomb Tests, Review of the National Cancer Institute Report and Public Health Implications (Institute of Medicine/NRC, 1999)
- Radiological Recovery Logistics Tool (DHS/NUSTL, FEMA, EPA) Pode ser usada durante a resposta e a recuperação de um incidente radiológico ou nuclear para alocar de forma eficaz equipamento comercial e de obras públicas para mitigar, remover e conter a contaminação radiológica.
- Veja o excelente pôster para download que detalha a plataforma e a implementação
- Veja também: Recuperação/resiliência após emergências com radiação