Emergência radiológica · REMM
Material para profissionais de saúde e de resposta a emergências.
Tradução referenciada das diretrizes públicas do REMM (Radiation Emergency Medical Management, HHS/ASPR — governo dos EUA). Não é diagnóstico nem prescrição deste portal; doses e nomes de fármacos permanecem como na fonte original, com o link ao lado — confira sempre no original antes de qualquer conduta. As recomendações da fonte não se destinam a uso médico-legal.
Tradução não oficial, feita por este portal e sem endosso, revisão ou vínculo do HHS/ASPR nem do governo dos EUA. O material de origem é de domínio público; a responsabilidade por esta versão em português é do Produtos Perigosos.
No Brasil, a resposta à emergência radiológica ou nuclear é coordenada pela CNEN junto à Defesa Civil (199), ao SAMU (192) e ao Corpo de Bombeiros (193).
☎ 0800 722 6001 — Disque-Intoxicação (CIATox, 24h)Traduzido de Difference between "Dirty Bomb" and "Fission Bomb" - Illustration ↗ (REMM, HHS/ASPR — domínio público), fonte capturada em 2026-08-29. Em caso de dúvida, vale o original.
Diferença entre "bomba suja" e "bomba de fissão" — ilustração

- Explosivos combinados com material radioativo
- A detonação vaporiza e aerossoliza o material radioativo e o lança no ar, dispersando e contaminando o ar e as superfícies atingidas com isótopos radioativos.
- Não é uma detonação nuclear
- Inalação e contaminação da pele são as preocupações, enfrentadas com retirada da roupa contaminada, lavagem da pele e, possivelmente, uso de agentes de descorporação específicos do isótopo (DTPA, por exemplo) para remover o material radioativo internalizado.
- Causada por uma reação em cadeia nuclear descontrolada, mas limitada pela massa, com urânio-235 ou plutônio-239
- As armas de fissão têm urânio-235 ou plutônio-239 cercados por explosivos convencionais projetados para implodir na direção de uma esfera central dos isótopos, forçando a criticalidade
- A implosão dirigida ao centro dos explosivos convencionais ao redor do urânio ou do plutônio produz uma onda de choque compressiva na direção da esfera central. A arma contém pastilhas de berílio/polônio que aumentam o fluxo (incursão) de nêutrons, o que amplia a capacidade de criar "criticalidade" — ou seja, o início das reações em cadeia de fissão do U-235 ou do Pu-239 e a liberação das energias nucleares maciças que resultam na explosão nuclear
